Sanitização

A tecnologia de sanitização de superfícies possui alta durabilidade e é responsável por eliminar a proliferação de fungos, ácaros e bactérias responsáveis por diversas patologias.

Sua aplicação é realizada por meio do processo de nebulização a frio que forma uma película ativa protetora nas superfícies por cerca de seis meses que impede a proliferação de agentes nocivos à saúde.

Capina Química

Em decorrência dos problemas causados pelas plantas daninhas em ambientes urbanos, industriais ou rurais, principalmente por serem abrigo de diversas pragas como roedores, mosquitos, aranhas e baratas além de diminuírem a vazão de canais de drenagem causando inundações, proporcionarem um maior acúmulo de lixo em meio fio, desconforto paisagístico entre outros, desta forma devem ser eliminadas.

O controle através de herbicidas é recomendável, isto porque, devido às peculiaridades destas plantas, tanto o controle manual como o mecânico não é efetivo, necessitando de várias intervenções em curto período de tempo, principalmente nas épocas mais quentes do ano, elevando o custo significativamente.

Combate a Pombos

Os pombos (Columbia livia) são originários do continente europeu, foram introduzidos no Brasil por volta do século XVII. Encontra-se em abundancia nos grandes centros urbanos onde adaptaram-se com muita facilidade devido à ausência de predadores e oferta de alimento. São também vetores de doenças como Criptococose, Histoplasmose, Toxoplasmose, Salmonelose, Ornitose, Dermatites e alergias.

Por serem protegidos por lei, e proibido seu extermínio, o seu controle é obtido através da instalação de repelentes, telas e espiculas impedindo seu acesso e a permanência nos forros e telhados.

Vedação dos acessos: é importante identificar todos os acessos que os pombos utilizam para entrar nos locais onde constroem seus ninhos. Esses acessos devem ser obstruídos. De acordo com a situação, vários materiais podem ser utilizados para vedar as entradas. Em vãos de telhados com telhas de amianto onduladas devem-se
fechar cuidadosamente os vãos que permitem a entrada dos pombos para dentro do forro do telhado com tela metálica ou plástica, madeira ou alvenaria;

Repelentes: produto não tóxico utilizado para expulsar os pombos instalados em locais fechados como forros de residências, clinicas, hospitais, empresas, etc;

Espiculas:  instaladas em beirais, muros, parapeitos e caixas de ar condicionado. Impedem o pouso e a permanência dos pombos nas superfícies afugentando-os para outras áreas.

Controle de Caramujos

Proteja sua casa por 2 anos contra insetos indesejados!

caramujo africano (Achatina fulica) é uma espécie de molusco terrestre tropical, originário do leste e nordeste da África. Foi mundialmente disseminado pela ação humana ligada a gastronomia, pela região da Tailândia, China, Austrália, Japão e recentemente pelo continente americano. Essa espécie é considerada uma das cem piores espécies invasoras do mundo causando sérios danos ambientais. No Brasil foi introduzida a partir 1988 como uma forma barata de substituir o escargot.

O caramujo africano além de praga agrícola é o responsável pela transmissão de parasitos pertencentes ao grupo dos nematoides do gênero Angiostrongylus, parasitos estes que causam doenças de difícil diagnóstico em humanos. A pessoa é infectada pelo parasito acidentalmente quando ingere alimentos ou água contaminados com larvas de terceiro estádio, presentes no muco secretado pelo caramujo, seus hospedeiros intermediários.

Controle Integrado de Pragas

O Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas – CIP, segue a RDC 52/2009 da ANVISA, que sugere o monitoramento minimamente mensal na empresa, com vistorias do profissional qualificado para identificação das pragas alvo, essencial para determinar a correta e mais eficiente forma de controle. O controle pode ser realizado de forma mecânica, biológica ou química. Como parte do controle integrado de vetores e pragas urbanas, realiza-se a elaboração das medidas preventivas de cada ambiente, para evitar a proliferação das pragas no local, descritos em nosso Procedimento Operacional Padrão – POP.

Descupinização

Os relatos são bem parecidos:

Um pozinho embaixo da porta ou dentro do armário

Caminhos de terra na parede

É difícil encontrar alguém que nunca tenha se deparado com esse tipo de situação.

Existem três tipos principais de cupins urbanos no Brasil. São essas espécies que causam os maiores transtornos e ocorrem de forma mais comum.

Esses cupins são: Cupins de Madeira Seca, Cupins Subterrâneos, Cupins arbóreos e temos as brocas ou carunchos que são confundidos com cupim.

Após inspeção técnica podemos avaliar qual a melhor forma de tratamento, dentre elas estão:

Injeção procedimento caracterizado pela inoculação de cupinicida utilizando os próprios orifícios abertos pelos cupins ou orifícios de pequeno diâmetro permitindo uma uniforme distribuição da solução inseticida e ao acesso de todas as galerias construídas pelos insetos. É sempre considerada precauções, visando sempre que possível a preservação da estrutura e aparência da peça, o controle pode ser alcançado através do uso de seringas, pequenos pulverizadores e outros equipamentos manuais ou mecânicos.

Barreira química: procedimento utilizado para o controle de cupins de solo. Utilizada nas áreas externas levando em consideração precauções condizentes com a presença de tubulações elétricas e hidráulicas, presença de pinturas artísticas nas paredes, azulejos antigos, reservatórios de água potável, raízes de plantas, etc. Esse procedimento forma uma barreira química uniforme no solo visando impedir a entrada de cupins de solo na construção

Desinsetização (Dedetização)

A Desinsetização tem substituído com sucesso o termo inapropriado “dedetização”. Em essência esse termo é utilizado no combate de diversas espécies de insetos.

Para cada tipo de inseto ou aracnídeo é necessário utilizar técnicas e tratamentos específicos. São exemplos de algumas técnicas:

Iscagem (Gel) – Especificamente no combate às baratas e formigas, utilizamos além dos produtos convencionais, o eficiente sistema gel, que oferece segurança, conforto e comodidade, pois não é preciso deixar o local (residência ou trabalho). Pode ser aplicado a qualquer hora, pois é inodoro e não apresenta irritabilidade.

Polvilhamento (inseticida) – Trata-se do método onde se utiliza pó como material a ser aplicado. Por ser uma aplicação seca é recomendada para as áreas onde o tratamento liquido permite riscos operacionais como: painéis elétricos, caixas de fiação elétrica, motores, conduítes, etc.

Pulverização – Aplicação de inseticida liquido, com sistema de micropulverização. Este método é importante no combate a praga em rede de esgotos e ralos, perímetros internos ou externos e locais que servem de acesso a alimento, esconderijo e água. Indicado para o controle de insetos rasteiros.

Desratização

Os roedores consistem o grupo de mamíferos melhor sucedidos no planeta, com exceção do humano. Alguns deles se tornaram sinantrópicos, isto é, convivem com o homem sempre que ele o permite, representando um sério problema.

A presença destes roedores em nosso meio ainda pode acarretar outros problemas como os acidentes em consequência dos danos causados em fios e cabos de máquinas e instalações elétricas.

Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, aproximadamente 40 vezes. Com esta informação e sabendo que a urina contém patógenos causadores de doenças podemos calcular quantos possíveis focos de contaminação estariam disseminados pelo ambiente.

Podemos optar pelas seguintes formas de tratamento:

  • Iscagem (Raticidas): – Consiste na aplicação de raticidas na formulação de bloco de alta palatabilidade contendo cereais para os roedores em pontos estratégicos e localizados. Elimina os roedores por um processo de hemorragia interna e coagulação, ressecando-o sem deixar odores.
  • Polvilhamento (Raticida): – Consiste na aplicação de raticidas em pó nas áreas de acesso as tocas dos roedores contaminando-os por contato direto.

Fumigação (Tratamento Fitossanitário)

fumigação é uma medida fitossanitária de defesa determinada pelo Ministério da Agricultura, realizada apenas por empresas devidamente credenciadas e autorizadas, com o objetivo de assegurar a isenção de pragas em produtos vegetais e embalagens de madeira, paletes e pearão de cargas com produtos fitossanitários autorizados.

O Ministério da Agricultura regula as empresas autorizadas a emitirem a certificação fitossanitária da Norma Internacional para Medidas Fitossanitárias – NIMF Nº15 da FAO (Food and Agriculture Organization) das Nações Unidas.

O tratamento fitossanitário utiliza produtos fumigantes, no estado gasoso, que evitam o ingresso de pragas exóticas no pais de destino da carga. Podendo ser realizada em:

  • câmara a vácuo (FCV);
  • câmara de lona (FCL);
  • contêineres (FEC);
  • silos herméticos (FSH);
  • porões de navios (FPN);