Sanitização

É um processo de descontaminação através da utilização de um nebulizador a frio com compostos antimicrobianos em superfícies e ambientes.
Ultimamente este serviço se tornou muito popular no combate ao COVID 19, mas apesar da recente popularidade, sempre foi muito utilizado em indústrias, hospitais e restaurantes. A sua importância pode ser observada em alguns estados onde este serviço é obrigatório.
A ANVISA liberou uma série de compostos para evitar a disseminação do COVID 19, dentre eles estão: quaternário de amônio, hipoclorito de sódio, dióxido de cloro, ozônio, etc. 
Por isso é importante escolher uma empresa especializada para que possamos determinar qual a melhor escolha para a superfície que será aplicada, alguns produtos podem causar alergias e serem corrosivos quando usados indiscriminadamente.
Apesar deste serviço não ter residual, podemos indicar uma frequência de aplicação que melhor se adapte a sua rotina. A durabilidade depende de uma série de fatores que vamos enumerar e através deles determinaremos a metodologia que será utilizada.
Não é necessário sair de casa para execução do serviço, entendemos o momento crítico e a importância do serviço, por isso, podemos realizar as aplicações por cômodos respeitando o tempo de reentrada e assim seguimos para os outros.
Ao realizar a sanitização, não só estamos combatendo o COVID 19, como também outros microorganismos prejudiciais à saúde.
Com a LARCLEAN você pode solicitar a análise microbiológica do ambiente antes e depois para garantir que a descontaminação foi realizada. 

Natalie Amorim
Diretora técnica

Capina Química

Em decorrência dos problemas causados pelas plantas daninhas em ambientes urbanos, industriais ou rurais, principalmente por serem abrigo de diversas pragas como roedores, mosquitos, aranhas e baratas além de diminuírem a vazão de canais de drenagem causando inundações, proporcionarem um maior acúmulo de lixo em meio fio, desconforto paisagístico entre outros, desta forma devem ser eliminadas.

O controle através de herbicidas é recomendável, isto porque, devido às peculiaridades destas plantas, tanto o controle manual como o mecânico não é efetivo, necessitando de várias intervenções em curto período de tempo, principalmente nas épocas mais quentes do ano, elevando o custo significativamente.

Combate a Pombos

Os pombos (Columbia livia) são originários do continente europeu, foram introduzidos no Brasil por volta do século XVII. Encontra-se em abundancia nos grandes centros urbanos onde adaptaram-se com muita facilidade devido à ausência de predadores e oferta de alimento. São também vetores de doenças como Criptococose, Histoplasmose, Toxoplasmose, Salmonelose, Ornitose, Dermatites e alergias.

Por serem protegidos por lei, e proibido seu extermínio, o seu controle é obtido através da instalação de repelentes, telas e espiculas impedindo seu acesso e a permanência nos forros e telhados.

Vedação dos acessos: é importante identificar todos os acessos que os pombos utilizam para entrar nos locais onde constroem seus ninhos. Esses acessos devem ser obstruídos. De acordo com a situação, vários materiais podem ser utilizados para vedar as entradas. Em vãos de telhados com telhas de amianto onduladas devem-se
fechar cuidadosamente os vãos que permitem a entrada dos pombos para dentro do forro do telhado com tela metálica ou plástica, madeira ou alvenaria;

Repelentes: produto não tóxico utilizado para expulsar os pombos instalados em locais fechados como forros de residências, clinicas, hospitais, empresas, etc;

Espiculas:  instaladas em beirais, muros, parapeitos e caixas de ar condicionado. Impedem o pouso e a permanência dos pombos nas superfícies afugentando-os para outras áreas.

Controle de Caramujos

Proteja sua casa por 2 anos contra insetos indesejados!

caramujo africano (Achatina fulica) é uma espécie de molusco terrestre tropical, originário do leste e nordeste da África. Foi mundialmente disseminado pela ação humana ligada a gastronomia, pela região da Tailândia, China, Austrália, Japão e recentemente pelo continente americano. Essa espécie é considerada uma das cem piores espécies invasoras do mundo causando sérios danos ambientais. No Brasil foi introduzida a partir 1988 como uma forma barata de substituir o escargot.

O caramujo africano além de praga agrícola é o responsável pela transmissão de parasitos pertencentes ao grupo dos nematoides do gênero Angiostrongylus, parasitos estes que causam doenças de difícil diagnóstico em humanos. A pessoa é infectada pelo parasito acidentalmente quando ingere alimentos ou água contaminados com larvas de terceiro estádio, presentes no muco secretado pelo caramujo, seus hospedeiros intermediários.

Controle Integrado de Pragas

O Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas – CIP, segue a RDC 52/2009 da ANVISA, que sugere o monitoramento minimamente mensal na empresa, com vistorias do profissional qualificado para identificação das pragas alvo, essencial para determinar a correta e mais eficiente forma de controle. O controle pode ser realizado de forma mecânica, biológica ou química. Como parte do controle integrado de vetores e pragas urbanas, realiza-se a elaboração das medidas preventivas de cada ambiente, para evitar a proliferação das pragas no local, descritos em nosso Procedimento Operacional Padrão – POP.

Descupinização

Os relatos são bem parecidos:
Um pozinho embaixo da porta ou dentro do armário caminhos de terra na parede é difícil encontrar alguém que nunca tenha se deparado com esse tipo de situação.
Existem três tipos principais de cupins urbanos no Brasil. São essas espécies que causam os maiores transtornos e ocorrem de forma mais comum.
Esses cupins são: Cupins de Madeira Seca, Cupins Subterrâneos, Cupins arbóreos e temos as brocas ou carunchos que são confundidos com cupim.
Após inspeção técnica podemos avaliar qual a melhor forma de tratamento, dentre elas estão:
Injeção procedimento caracterizado pela inoculação de cupinicida utilizando os próprios orifícios abertos pelos cupins ou orifícios de pequeno diâmetro permitindo uma uniforme distribuição da solução inseticida e ao acesso de todas as galerias construídas pelos insetos. É sempre considerada precauções, visando sempre que possível a preservação da estrutura e aparência da peça, o controle pode ser alcançado através do uso de seringas, pequenos pulverizadores e outros equipamentos manuais ou mecânicos.
Barreira química: procedimento utilizado para o controle de cupins de solo. Utilizada nas áreas externas levando em consideração precauções condizentes com a presença de tubulações elétricas e hidráulicas, presença de pinturas artísticas nas paredes, azulejos antigos, reservatórios de água potável, raízes de plantas, etc. Esse procedimento forma uma barreira química uniforme no solo visando impedir a entrada de cupins de solo na construção

Desinsetização (Dedetização)

A Desinsetização tem substituído com sucesso o termo inapropriado “dedetização”. Em essência esse termo é utilizado no combate de diversas espécies de insetos.
Para cada tipo de inseto ou aracnídeo é necessário utilizar técnicas e tratamentos específicos. São exemplos de algumas técnicas:
Iscagem (Gel) – Especificamente no combate às baratas e formigas, utilizamos além dos produtos convencionais, o eficiente sistema gel, que oferece segurança, conforto e comodidade, pois não é preciso deixar o local (residência ou trabalho). Pode ser aplicado a qualquer hora, pois é inodoro e não apresenta irritabilidade.
Polvilhamento (inseticida) – Trata-se do método onde se utiliza pó como material a ser aplicado. Por ser uma aplicação seca é recomendada para as áreas onde o tratamento liquido permite riscos operacionais como: painéis elétricos, caixas de fiação elétrica, motores, conduítes, etc.
Pulverização – Aplicação de inseticida liquido, com sistema de micropulverização. Este método é importante no combate a praga em rede de esgotos e ralos, perímetros internos ou externos e locais que servem de acesso a alimento, esconderijo e água. Indicado para o controle de insetos rasteiros.

Desratização

Os roedores consistem o grupo de mamíferos melhor sucedidos no planeta, com exceção do humano. Alguns deles se tornaram sinantrópicos, isto é, convivem com o homem sempre que ele o permite, representando um sério problema.
A presença destes roedores em nosso meio ainda pode acarretar outros problemas como os acidentes em consequência dos danos causados em fios e cabos de máquinas e instalações elétricas.
Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, aproximadamente 40 vezes. Com esta informação e sabendo que a urina contém patógenos causadores de doenças podemos calcular quantos possíveis focos de contaminação estariam disseminados pelo ambiente.
Podemos optar pelas seguintes formas de tratamento:
Iscagem (Raticidas): – Consiste na aplicação de raticidas na formulação de bloco de alta palatabilidade contendo cereais para os roedores em pontos estratégicos e localizados. Elimina os roedores por um processo de hemorragia interna e coagulação, ressecando-o sem deixar odores.
Polvilhamento (Raticida): – Consiste na aplicação de raticidas em pó nas áreas de acesso as tocas dos roedores contaminando-os por contato direto.

Fumigação (Tratamento Fitossanitário)

fumigação é uma medida fitossanitária de defesa determinada pelo Ministério da Agricultura, realizada apenas por empresas devidamente credenciadas e autorizadas, com o objetivo de assegurar a isenção de pragas em produtos vegetais e embalagens de madeira, paletes e pearão de cargas com produtos fitossanitários autorizados.
O Ministério da Agricultura regula as empresas autorizadas a emitirem a certificação fitossanitária da Norma Internacional para Medidas Fitossanitárias – NIMF Nº15 da FAO (Food and Agriculture Organization) das Nações Unidas.
O tratamento fitossanitário utiliza produtos fumigantes, no estado gasoso, que evitam o ingresso de pragas exóticas no pais de destino da carga. Podendo ser realizada em:

Câmara a vácuo (FCV);
Câmara de lona (FCL);
Contêineres (FEC);
Silos herméticos (FSH);
Porões de navios (FPN);